PUBLICIDADE

leia-em-istoe:-paradoxo-do-funk

O funk brasileiro vive um momento de paradoxo. Enquanto domina o topo das plataformas de streaming e supera gêneros como o sertanejo, grandes expoentes do movimento enfrentam o peso de investigações da Polícia Federal (PF). MC Ryan SP e Poze do Rodo, que acumulam dezenas de milhões de seguidores e ouvintes mensais, passaram da ostentação das correntes de ouro, carros superesportivos e das fotos com celebridades nas redes sociais para as prisões determinadas no curso da Operação Narco Fluxo.

Os artistas são investigados por suposta participação em um esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado R$ 1,6 bilhão. A investigação aponta elos com organizações criminosas e o uso de rifas e casas de apostas para ocultar valores.

As defesas dos funkeiros rebatem as acusações, afirmando que os bens e valores são fruto de atividades comerciais lícitas e contratos regulares da pujante indústria do funk.

Acesse esta e as edições anteriores de IstoÉ (em PDF) em revista.istoe.com.br.

 

Mais recentes

PUBLICIDADE

Rolar para cima